Melhores Animes de 2011

Melhores Animes de 2009

Melhores Animes de 2010

Pelo terceiro ano seguido [sendo o primeiro aqui no Nahel Argama] publico uma lista dos dez melhores animes exibidos no ano que se passou que sim, pode ser profundamente pessoal, mas que em grande parte reflete o que foi produzido de positivo no Japão com lançamento em qualquer forma de mídia entre Primeiro de Janeiro e Trinta e Um de Dezembro de 2011.

Claro que longe de assistir tudo, pode ser que considere que faltou algo. Natural, até porque a diversidade de gostos entre as pessoas que curtem anime pode ser bem grande – mas nesta lista que mais do que nos anos anteriores acabou refletindo o gosto popular [até porque faltou um Kemono no Souja Erin ou HeartCatch PreCure! em 2011] também demonstra que animes divertidos, de DOG DAYS a THE iDOLM@STER, no geral não passaram muito de – sim, bom – entretenimento a ser consumido na velocidade de um fast food.

Bem, já falamos demais para uma introdução, não é mesmo? Hora de conhecer os dez melhores de 2011.

10 – Ano Hi Mita Hana no Namae o Boku-tachi wa Mada Shiranai

Tivemos na lista de 2009 presentes tanto CLANNAD quanto ToraDora!, dois animes que acabaram influenciando todo um gênero de drama para otaku nos tempos atuais e provando que sim, um novelão bem-executado pode vender melhor que qualquer calcinha a mostra. Após em 2010 termos Angel Beats!, o exagerado anime de Jun Maeda dirigido por Seiji Kishi, o diretor do citado ToraDora! – Tatsuyuki Nagai – chega em 2011 para dirigir este anime originalmente inspirado no clima típico de Visual Novel [bem, o rastro disto é perceptível na série] com um roteiro de Mari Okada que até é bom, mas dá algumas escorregadas [principalmente em exagerar no drama e acabar frustrando razoável parcela dos espectadores com um mistério de resolução fraca].

Mas como não gostar de uma série com arte e animação caprichadas e modernas do competente A-1 Pictures que é a base para a direção sensível que caracteriza este e realça os personagens simpáticos e bem construídos que são carismáticos o suficiente para o espectador identificar-se; e claro, o clima açucarado do romance presente nesta história que não é só de amizade também ajudou a atrair muitos para um dos animes mais populares de 2011 – e talvez o que mais arrancou lágrimas de moças e rapazes mundo [e Brasil] afora neste ano.

9 – Yondemasuyo, Azazel-san

Em um ano claramente fraco tratando-se de comédia em anime [claro, tivemos a volta do sólido Gintama e a estreia do irregular SKET Dance, mas Kore wa Zombie desu Ka? Nichijou? Ben-To? Sono.] esta comédia de humor negro invocou literalmente das profundezas do inferno os demônios mais fofinhos do universo para ajudar Akutabe [que lembra muito – e pode ser até inspirado por – John Constantine; o do filme, interpretado por Keanu Reeves] e Sakuma [sua garota não tão genérica que acidentalmente descobriu que seu trabalho em um escritório não seria tão fácil quanto esperava] e resolver problemas dos clientes deste maluco escritório.

Escroto é uma ótima palavra para definir este anime aonde Tsutomu Mizushima está afiado em levar as piadas e as situações do original até o extremo necessário para render o máximo de risadas possível as almas que não tiverem frescura para acompanhar este anime – destaque também para a parte técnica, intencionalmente desleixada de uma maneira de como só o Production I.G. sabe fazer; e Azazel-san com sua despretensão [refletida até no reduzido tempo de exibição] salva o pior ano em muitos do renomado estúdio [porque BLOOD-C e Guilty Crown no mesmo ano é triste].

8 – Kimi ni Todoke 2nd Season

Após o estrondoso sucesso da primeira temporada desta série que atualiza sem deixar de seguir a risca os cânones do shoujo de romance focado nas meninas mais novas, é claro que rapidamente as aventuras do casal mais inocente na história recente dos animes ganhasse sua merecida segunda temporada.

E em Janeiro/2011 voltou, pelo mesmo time da elegante e refinada animação anterior, cortesia de um Production I.G. que ao menos tecnicamente prima pelo esmero neste novo arco [que provavelmente será o último] que visa concluir a história do casal principal.

A amizade, tema fundamental da primeira temporada, perde espaço para o primeiro amor neste romance para meninas de doze anos sonharem com seu príncipe encantado – e por isso mesmo divide opiniões. O anime, que sofre um pouco com o ritmo lento nesta temporada, é simplesmente o melhor que podemos extrair com esta base, sendo ótimo em sua válida proposta. Recomendado para quem estiver disposto a assistir este conto de fadas moderno.

7 – Hourou Musuko

Usagi Drop pode tocar a alma de mais pessoas, mas friamente o josei do ano e o melhor anime do noitaminA em 2011 foi Hourou Musuko; mais que uma parte técnica competente [destaque para a soberba fotografia] e a disposição para efetivamente abordar temas polêmicos como a transsexualidade [ainda mais tendo um protagonista homem que é praticamente um adolescente], o que traz este anime a esta lista é o fato de ser um bom drama focado em seus [até maduros demais para a idade] personagens.

E isto só foi possível graças ao belo trabalho do diretor Ei Aoki que se não fez o milagre executado em Ga-Rei-Zero, conseguiu executar muito bem a tarefa hercúlea que é transpor um manga com mais de cem capítulos até aqui [e ainda em publicação] em um anime de onze episódios que além de tudo tenha uma estrutura coesa em um roteiro que faz sentido [mesmo que confuso demais em seu início]. Um anime que pode – e tem – afetações cult, mas é um belo produto com cara de independente – e talvez justamente por isso tenha despercebido por tantos.

6 – TIGER&BUNNY

Mawaru Penguindrum pode ser o anime mais ousado de 2011 mas é TIGER&BUNNY sem dúvida o mais diferente inspirado em super-heróis americanos, que aqui combatem o crime em uma Nova York ficcional com exibição ao vivo através de um contínuo reality show, esta produção que alia o [infelizmente] baixo orçamento via Sunrise e BANDAI Visual com os inspirados designs de Masakazu Katsura [Video Girl Ai, Zetman] e o 3DCG já típico do trabalho do diretor Keiichi Satou [Karas] e eficiente principalmente em ser uma eficiente história character driven [focada nos personagens] estrelando o personagem mais carismático de todo 2011: Kotetsu T. Kaburagi [mais sobre este personagem neste belo artigo do Across the Starlight].

Apesar do óbvio destaque para a dupla Wild Tiger e Barnaby [pela alegria do fandom fujoshi, que entrou em peso aqui] temos que lembrar de todo um elenco memorável que sustenta uma história sem dúvida acima da média e com surpresas o suficiente para garantir uma boa diversão mesmo ser sem genial; incrivelmente deixado de lado pelo fandom ocidental, é justamente uma obra muito recomendada para apresentar aquele seu amigo que não é fã de animes.

5 – Natsume Yuujinchou San

Diversos animes cansaram de demonstrar o quão difícil é manter o nível de uma temporada nas continuações subsequentes a esta; e Natsume Yuujinchou San [3], planejado juntamente com a estreia de Janeiro/2011 Shi [4] consegue ser uma linda exceção a esta regra.

Claro que todos os fatores que fazem a série ser tão boa continuam presentes, da agradável trilha sonora e a linda fotografia – simples e baseada em tons pastéis – até o foco em dramas nos quais os youkais/ayakashis presentes na série mostram-se avatares de problemas profundamente humanos neste drama criado por Yuki Midorikawa e transposto com elegância para a televisão por boa parte da competente equipe de Baccano!/Durarara!!, inclusos o estúdio Brain’s Base e o diretor Omori Takahiro.

Mas esta terceira temporada vai além do feeling bucólico e episódico presente com força nas anteriores e toda a teia apresenta nos 2-cour anteriores começa lentamente a se fechar – aqui, começa a ser desenvolvido principalmente o tema do garoto reprimido que lentamente começa a se aceitar, a se abrir para o mundo em um enredo cada vez mais contínuo. A transição entre o episódico e o enredo contínuo está sendo feita de maneira algo lenta mas muito eficiente – e ajuda no hype para Natsume Yuujinchou Shi; será este, talvez a temporada final do anime, ainda melhor e um dos melhores de 2012? Pode ser.

4 – Kaiji, 2nd Season

Após a excepcional primeira temporada desta série que é um dos melhores thrillers em animação já criados, fazendo o espectador literalmente grudar na cadeira ao longo dos 2-cour/26 episódios de duração, as expectativas para esta nova fase das aventuras do pobre rapaz em sua busca para livrar-se de sua imensa dívida contraída com o grupo Teiai estavam altíssimas por parte do pequeno fandom da obra.

E em Abril/2011 estreou Kaiji 2nd Season, com novos jogos, uma história contínua e no geral mais simplificada que a anterior e aparentemente o mesmo ritmo eletrizante que fez a leva anterior ser simplesmente o melhor anime de 2008. Pois bem, além do impacto obviamente menor devido ao fato de termos praticamente uma repetição do outro anime, um outro detalhe fez a diferença para esta experiência não ser como aquela: o ritmo.

Infelizmente o fato do arco principal ser terrivelmente enrolado, podendo ser facilmente cortado um terço de sua duração sem qualquer prejuízo para a história ou o clima, é fatal em uma obra que depende absurdamente disto. Aquela raiva gostosa de esperar só mais uma semana virou em parte tortura – e assim Kaiji – mesmo ainda tendo a alma quente e adulta que marca seu nome na história dos animes – perde uma posição melhor neste ranking mesmo na teoria seguindo a risca o excelente original.

3 – Mawaru Penguindrum

Demorou – e como. Mas doze anos após o filme de Shoujo Kakumei Utena, Kunihiko Ikuhara está de volta – com mais liberdade criativa e ambição do que nunca. Apesar do apenas razoável orçamento providenciado por MBS e King Records, da escolha da ótima Lily Hoshino para compor o character design da série até o resultado final, no qual desde as obras de arte reais retratadas até cada detalhe da composição técnica [passando pela boa e adequada trilha sonora] tem o marco de excelência do diretor.

E assim é a história e o que ela pretende oferecer ao espectador nesta obra absurdamente autoral que intencionalmente divide opiniões. Podem haver inúmeras camadas nesta obra, mas sutileza certamente não há – do uso intensivo de flashbacks até ao fato dos personagens serem teatrais e intensos, tudo aqui contribui para que o espectador não saia ileso e apático desta obra.

Como disse o Panina Manina [com outras palavras] em algum lugar, Kunihiko Ikuhara, tal qual uma campeã de ginástica, tentou fazer uma obra buscando atingir uma nota máxima quase irreal. Seu maior pecado foi, pensando em uma perspectiva geral, fazer uma obra grandiosa demais para controlar todos os detalhes; em certos momentos, perde-se a mão e mesmo para um olho treinado tudo acaba sendo muito chato. E ao pensar em anime como entretenimento, é necessário certo espírito cult para apreciar esta obra – e como clássicos como Evangelion prova, uma obra audiovisual é excelente quando consegue ser apreciado, por razões diversas, igualmente por todos. Uma obra para poucos.

3 – Steins;Gate

Muitos dizem que 2011 foi um ótimo ano para a animação japonesa, com grande variedade de obras boas para agradar os diversos públicos. Discordo – foi um ano divertido, porém repleto de obras que poderiam ser excelentes, verdadeiros clássicos a serem lembrados ao longo dos anos, mas contentam-se em ser muito boas. E a diversão muito boa que em uma análise racional peca no detalhe é Steins;Gate.

Claro que juntamente com CLANNAD, Kanon [2006] e ef ~a tale of memories~ forma o quarteto de animações recentes a serem mostradas para provar as temidas Visual Novels podem ser conter excelentes histórias regadas a amor, melodrama e garotas bonitinhas na medida para quem está do lado otaku da força. E Steins;Gate ainda consegue penetrar [ao menos aqui no Ocidente, a série no Japão claramente é hardcore por excelência] em uma parcela do público que não vê anime como seu principal hobby devido ao bom clima de thriller e a todo um technobabble bem-amarrado e com rara coerência narrativa [que inclui a lenda viva, John Titor] sobre o sempre fascinante tema de viagens temporais.

Um orçamento decente pode não ter caído nas mãos do WHITE FOX, mas eles conseguiram entregar uma parte técnica razoável – mesmo que não seja notável; agora o que realmente fez falta foi um maestro: os diretores [Hiroshi Hamasaki e Takuya Satou] podem ser bons, mas não estão a altura de um Ikuhara ou Shinbo. O resultado: um anime com alguns ótimos episódios, muitos bons e alguns enrolados – da grande revelação feita no início do segundo cour até o meio deste a série prende-se demais e chega a ficar um pouco chato. Além disso, pode ser para muitos, mas não chega a quebrar a barreira de ser algo obrigatório para todos como…

1 – Mahou Shoujo Madoka Magica

Muitos podem considerar injusto principalmente se pensarmos em análises com um tom mais pessoal, mas o fato é que Mahou Shoujo Madoka Magica foi, em todos os aspectos, o único anime digno de ser chamado de o melhor do ano.

A animação, além de polida e refinada como em qualquer projeto moderno com dinheiro por trás é equilibrada, criativa e acessível como o estúdio SHAFT nunca tinha feito antes; a trilha sonora de Yuki Kajiura é perfeita em encaixar-se no clima da série e ótima de por si só [e além da OST, ainda temos o encerramento, Magia, cantado por Kalafina].

Parte técnica ótima que é somente o plano de fundo para Gen Urobuchi, Akiyuki Shinbo e Yukihiro Miyamoto contarem com maestria uma história que pode ser simples e que não deixa o espectador catártico ao seu final, mas que com certeza surpreende. E apesar de ser bem impactante, o importante é ser contada com precisão ímpar – caso raro na indústria de animes de uma obra que em cada detalhe sabe precisamente o que está fazendo.

E apesar de muitos dizerem o contrário – seria um anime no qual o importante é somente o choque que causa – e da obra em geral ter a serenidade e a frieza de um QB, Madoka Magica tem sim valor para ser reassistido; afinal, cada minuto ali é importante para montarmos um quebra-cabeça de pode ser depois visto com mais calma.

O anime de 2011 – e também dos últimos três anos – consegue muito bem trabalhar suas diversas camadas, sendo garantia de diversão dos fãs de moe até quem procura montar as teorias mais loucas e menos plausíveis.

Enfim o anime a ser amado, odiado e com certeza lembrado daqui a dez anos graças ao padrão de qualidade que o diferencia dos terceiros lugares – porque sim, em 2011 ninguém chegou nem perto destaas cinco garotas mágicas.

E quais serão as escolhas de 2012? Fique com a estreia de 2011 com a maior chance até aqui de entrar no ranking do ano que vem, Fate/zero. O primeiro cour foi bom, mas o segundo promete ser ótimo – afinal, como bom fã de Fate/stay night sabe, a matança não será pouca. Gyo? Só um preparativo do ufotable para o que vem por aí. Em Abril.

18 Comentários

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18 Respostas para “Melhores Animes de 2011

  1. Pss

    “começa a ser desenvolvido principalmente o tema do garoto reprimido que lentamente começa a se aceitar, a se abrir para o mundo” – esse não era o menino de Hourou Musuko? -qmaldade

    Gostei muito do seu post, é o mais próximo do que eu vi até agora de algo que eu faria. Fora ter Kimi ni Todoke e não ter Usagi Drop.

    Começo a pensar seriamente em ver a série Fate/

  2. shamps

    Super concordo com essa lista… e voto tbm que deveria estar Usagi Drop e Fate/Zero

  3. Carlírio Neto

    Saudações

    Esta lista é a “sua cara”, nobre John.
    Confesso, impreterivelmente, que senti falta de se destacar Usagi Drop aqui. Não vi Hourou Musuko, logo não posso opinar honestamente sobre a obra. Mas pelo que tenho visto…

    Contudo, trata-se de uma opinião bem honesta e polida. Realemnte, se notar os aruivos mais antigos postados no Subete Animes em épocas passadas, será notória o como que as opiniões são, em suma, muito similares.

    Ótimo texto.

    Até mais!

  4. Previsivelmente, Madoka em 1° lugar ¬¬ …

  5. Ainda não assisti Natsume Yuujinchou San.
    SINTO-ME A OTAKU MAIS BOBOCA DO MUNDO– Ok, chega de dramas.^^’

    Confesso que pensei que Tiger & Bunny e AnoHana teriam colocações maiores em seu rank; mas como não assisti Kaiji, Kimi ni Todoke e Azazel-san, não posso dizer muito. Mas já esperava que não incluiria Usagi Drop.

    No mais, feliz de ver alguém além de mim incluindo Hourou Musuko na lista. E Madoka foi a obra mais redondinha do ano, IMO primeiro lugar merecido.

    Ah, e obrigada por linkar meu artigo ^^

  6. Ton

    como costumo dizer pros meus amigos q gostam de animes como eu, madoka acabou se tornando o melhor mais por falta de concorrencia, mas nao deixa de ser uma otima pedida pra reassisti.

    esse ano pra mim espero grandes coisas, mas é claro pq é o ano de rebuild of evangelion 3, porem nao desejo esperar mais de 1 ano pra ver lançar o bluray pra assisti

  7. João Silva

    Acho que não foi um ano tão fraco assim em comédias, acredito que Sket Dance e a “nova” temporada de Gintama, Gintama’, e das profundezas da Jump, Level E (A melhor comédia do ano), conseguiram provar que a Shōnen Jump é casa de comédias que divertem muito bem. Assisti Azazel-san e coloco na mesma categoria das comédias americanas escatológicas do Adam Slander, tem quem goste, mas não sou o público, prefiro o humor otaku “tradicional” de Kore wa Zombie e Baka Test do que o “diferente” Azazel.

    Em 2010 tivemos como unanimidades Durarara e Fullmetal,mas nada além disso, em 2009, apenas K-ON! brilhou e apagou várias séries que ficaram “underated’ e 2008? Não me lembro de nenhuma série que conseguiu agradar todo o fandom otaku (Acho Code Geass e Gundam séries de nicho), então eu digo mais uma vez, 2011 não foi um ano ruim, parece que as pessoas começaram ter um olhar mais clínico para animes (principalmente na blogosfera brasileira) nesse ano e criticam as temporadas e o ano sem precedente algum.

  8. Bem que você disse que seria uma lista previsível, mas me surpreendi pelo seu top 3, jurava que relegaria Mawaru lá para a quinta posição. Previsível, mas ótima. Só faltou Usagi Drop ai. E WOOOW, que venha Gyo e Fate/Zero 2.

    (Uma pena é que, Chihayafuru vai acabar ficando esquecido por causa do momento em que foi exibido, numa quebra de temporadas em virada de ano. Vai ocorrer o mesmo que aconteceu com KnT).

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  17. Alan Gesus

    O melhor de 2011 eh Ao No Exorcist

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