Janeiro/12: Review de Meio de Temporada

Dez estreias de Janeiro resenhadas um pouco mais a fundo, um mês após suas estreias.

E já chegamos ao segundo mês de 2012 [ou já terminamos o ano, dependendo de quando estiver lendo este texto], sendo que muitas estreias de anime ocorridas em Janeiro deste ano já tiveram um terço de seus episódios exibidos – assim, está mais do que na hora de sim, fazemros um balanço do que ocorreu até aqui. Os animes que surpreenderam, os que decepcionaram, os que foram realmente bons e os que desde já deveriam ser esquecidos.

Para facilitar um pouco para você, leitor, aqui temos um caso raro aonde este blog dá uma avaliação com notas em frações de cem. 100 pontos é a perfeição absoluta, mas qualquer anime que mereça acima de 80 deveria estar na sua lista – e mesmo os acima de 70 deveriam ser considerados, afinal são no mínimo sólidos. Já os abaixo de 60 pontos [raros, afinal não foi dada muita chance ao azar] nem deveriam estar sendo considerados por sua pessoa; e assim, após já falar muito, vamos a lista:

Amagami SS+
Episódios Assistidos: 4 | Nota: 69/100

Amagami SS foi uma comédia romântica que passou na segunda metade de 2010 que curiosamente tem muito pouco de comédia ou de romance, sendo mais apropriado dizer que é uma obra que visa realizar um desejo [wishful thinking] muito comum aos otakus que é proporcionar momentos de “amor” e “carinho” com sua amada, sua waifu, sua ore no yome – e faz isto de forma razoavelmente competente. Ou seja, um anime para os fãs do gênero nesta algo comedida adaptação de um galge.

Com o sucesso moderado obtido por esta primeira temporada, surge Amagami SS+, na teoria interessante proposta de contar o que teria acontecido após o final da primeira temporada, que termina na maioria dos seis arcos presentes nesta imediatamente após a confissão – geralmente do protagonista-espelho – e o primeiro beijo entre esta e cada uma das garotas que são a razão de ser da obra.

Porém o óbvio medo em abordar o relacionamento em si [afinal, que obra costuma abordar o que acontece após o verdadeiro conto de fadas que é o início de uma relacionamento?] fez com que no primeiro arco [o segundo somente tratou de terminar a única história realmente inacabada pela primeira série] fosse somente criado um conflito externo para reafirmar o amor do casal. Legal ver talvez o melhor casal da série em ação, mas decepcionante – e se for esta a constante, podemos cair um pouco da nota sete dada a série por cumprir bem a rasa proposta.

Ano Natsu de Matteru
Episódios Assistidos: 4 | Nota: 78/100

Nestes quatro episódios de prólogo a série já mostrou a que veio graças a – junto com Akiyuki Shinbo e seu Nisemonogatari – melhor direção da temporada, cortesia de um Tatsuyuki Nagai a muito tempo afiado; e nesta série que basicamente é inspirada em Onegai Teacher [sendo que o original character design e o roteiro são dos mesmos responsáveis por esta] temos inicialmente uma comédia romântica adolescente que, como indica as melancólicas músicas de abertura e encerramento, esconde o que provavelmente será um poderoso drama.

Sim, porque debaixo do clichê deste grupo de seis amigos que se juntam ao fim de mais um período letivo para gravar um filme – usando a câmera Super 8 do quieto protagonista Kaito Kirishima – naquele verão está escondido mais do que o fato da protagonista Ichika Takatsuki na verdade ser uma alienígena com forma humanóide que caiu do céu; veremos pouco a pouco que estes personagens, simples mas trabalhados de forma agradável, tem a oferecer um bom drama nesta obra até aqui cultivada de forma magistral, inclusive pelo estúdio J.C.STAFF que artisticamente oferece seu melhor [afinal, temos aqui um bom orçamento] desde To Aru Majutsu no Index II.

Sim, é a melhor estreia [não continuação] de Janeiro.

Another
Episódios Assistidos: 4 | Nota: 70/100

Esta que talvez seja a estreia mais popular desta leva de animes atrai de cara por ser do sempre rejeitado pelo establishment mas adorado pelos jovens que compõem o fandom de anime que é o terror. Mas será mesmo que nesta adaptação de um livro ilustrado pela criadora da identidade visual de Suzumiya Haruhi temos presente isto?

Bem, Another tem muito do terror japonês conhecido por nós através de seu cinema – e nesta pacata vila para onde nosso protagonista muda-se, muito do suspense é ocasionado por uma série de mistérios vindos de longa data que praticamente todos do colégio no qual este começa a frequentar tentam esconder a todo custo. Enquanto isto, este conhece uma misteriosa menina com tapa-olho que muito tem a ver com tudo isso.

Até aqui, Another tem-se mostrado muito lento, a ponto de ser em diversos momentos chato.
Claro que a resolução do mistério, obviamente somente obtida ao seu final, será determinante para a fama futura deste, mas até aqui tanto na construção de clima como em mostrar diálogos afiados a série tem sido tremendamente inconstante; já a parte técnica divide opiniões devido ao character design refinado e ótima fotografia dentro de sua proposta dividirem lugar com a quase inexistência de animação a um sentimento de que tudo é excessivamente polido.

Anime até sólido, mas com suas falhas e que parece querer agradar quem procura profundidade em anime – as vezes encontrando o que não existe.

Aquarion EVOL
Episódios Assistidos: 5 | Nota: 71/100

A grande surpresa da temporada é mais uma prova cabal de como o rótulo mecha tem uma conotação terrível por essas bandas – mesmo Aquarion EVOL sendo mais um anime focado nos otakus; ou seja, lotado de romance [shipping] e altas confusões na esc- academia de formação dos jovens [e com os hormônios nas alturas] pilotos da série, muito de seu público potencial sequer sabe que este está no ar reunindo todos os elementos que tanto o agradam, do traço correto à direção que se esforça acima de tudo para fazer desta uma obra divertida [mesmo que com um roteiro que prima pelo exagero e absurdo].

Apesar de um primeiro episódio desnecessariamente ambicioso e algo confuso, sendo que o fato de possuir uma hora [sem comerciais, 42 minutos] de duração não parece ter ajudado tanto, Aquarion EVOL é insanamente divertido e honesto em sua proposta que, sim, contém elementos de roteiro que buscam dar certa camada de complexidade à obra – mas tão-somente tem papel decorativo nesta franquia aonde o reconhecido criador Shoji Kawamori [Arjuna, Macross] faz literalmente o que bem entende. Assim, acostume-se com a ideia de destino que permeia tudo isso e com certos artíficios presentes, do tom adolescente que trata sobre sexo até as filosofadas envolvendo donuts de um personagem.

Area no Kishi
Episódios Assistidos: 4 | Nota: 67/100

A Weekly Shounen Magazine apesar de ser a revista de manga com a segunda maior publicação no Japão, passando de um milhão e meio de exemplares vendidos semanalmente, está longe de ter a força até mesmo da muito menor Shounen Sunday quanto a adaptações animadas de seus mangas – e mesmo após o grande sucesso de Fairy Tail demorou-se dois anos para outra obra [Seitokai Yakuindomo é bem otaku, portanto não conta] ganhar uma adaptação adaptada com tendência a ser infinita. E a obra escolhida para isso é Area no Kishi.

Mesmo com um material que apesar de ser básico consegue ser bem bacana, esta adaptação é mais uma vítima da total falta de orçamento disponível para as obras que não passam de madrugada [salvo as raras exceções de sempre]; e infelizmente o principal impacto não são nas bolas feitas em CG [o que talvez o olho não-treinado nem perceba muitas vezes] e sim no time de novatos que comanda mais uma adaptação sem rumo e identidade.

Claro que o drama de Kakeru, o Area no Kishi [Guerreiro na Área], está sendo contado – mas a forma como os acontecimentos são expostos simplesmente não empolga o espectador. Falta aqui alguém tarimbado – e muitas das pessoas que tem a aptidão necessária para isso estão trabalhando no que dá dinheiro. Uma pena para este anime que só precisaria de um pequeno empurrão para ser legitimamente bom.

Danshi Koukousei no Nichijou
Episódios Assistidos: 4 | Nota: 66/100

O anime com maior hype entre os que ficaram de fora das Apostas deste blog para este estação conquistou a todos com oito sketches liberados pela produção via internet algum tempo antes de sua estreia oficial. Pena que como em muitos outros trailers este material era simplesmente o melhor disponível em mais esta comédia absolutamente random e nonsense sobre… o cotidiano de jovens colegiais [tanto que estes são menos personagens que construções premoldadas na medida para as piadas acontecerem].

Esta produção de baixo custo animada pelo estúdio Sunrise e dirigida pelo mesmo diretor do começo de Gintama [e de School Rumble] é, até demais, pura tentativa ou erro com suas piadas – sempre com aquele tom exagerado e gritado característico de certa porção da comédia japonesa – que podem variar de bestas a geniais. A direção até que tenta segurar as pontas com o que tem, mas o texto a cada episódio mostra-se menos inspirado – ou seja, temos uma proposta muito válida que simplesmente não rende de forma satisfatória o 1-cour padrão da TV japonesa.

Mouretsu Pirates
Episódios Assistidos: 4 | Nota: 57/100

Quatro episódios assistidos e podemos ter certeza de uma coisa: este anime está ainda razoavelmente longe de finalmente engrenar a primeira marcha. Nesta adaptação de uma Light Novel que nem mesmo quis manter o nome do original, o consagrador Tatsuo Sato tanto decidiu tirar os elementos de romance presentes na obra quanto investiu pesadamente em um ritmo lentíssimo para apresentar tanto o algo complexo mundo de ficção científica da série pelos olhos da iniciante personagem principal.

O grande problema é que Bodacious Space Pirates acaba-se tornando terrivelmente chato ao apoiar-se neste excesso de exposição repleto de termos complicados que não parecem levar a lugar algum a não ser construir um clima estranho aonde a obra acaba levando-se bastante a sério enquanto manté melementos feitos na medida para o fandom mais hardcore, como uma tripulação composta quase que exclusivamente de meninas em um painel de comando todo pintado de rosa.

A série, que não tem nem ecchi/fanservice nem nekomimi [orelhas de gato] consegue desagradar tanto a quem queria um “K-ON! no espaço” quanto quem esperava uma história redonda, atraente e bem-contada. Até aqui, masturbação intelectual de uma equipe de produção com medo de “arriscar demais”.

Natsume Yuujinchou Shi
Episódios Assistidos: 5 | Nota: 84/100

As vezes um raio não cai somente duas vezes no mesmo lugar, mas sim quatro – e é assim que podemos definir o nível de qualidade constante presente ao longo das temporadas desta adaptação do shoujo de Yuki Midorikawa [afinal, é publicado na mesma revista LaLa de Kaichou wa Maid-sama] conduzido de forma magnífica por toda a equipe do estúdio Brain’s Base, particularmente o diretor Omori Takahiro.

Cada vez um pouco menos episódico e formulaico, continuamos aqui a seguir a vida do pacato Takashi Natsume e seus encontros com youkais que, sempre em um ritmo bucólico, apresentam-nos comoventes dramas sobre alguns dos temas mais básicos a nós como a vida, o amor e a humanidade em belas doses de quase vinte e cinco minutos cada nesta bela adaptação representada pela paleta de cores pastel que dá todo o tom da obra em sem dúvida neste que é o grande anime desta leva. Tão bom quanto no primeiro episódio da primeira temporada.

Nisemonogatari
Episódios Assistidos: 4 | Nota: 81/100

Dois anos e meio após a estreia de Bakemonogatari, finalmente entra no ar a sequência do verdadeiro fenônemo que foi mais um grande passo do estúdio SHAFT em sua jornada para entrar no hall dos grandes com Akiyuki Shinbo conduzindo o que provavelmente é sua experiência mais intensa [Madoka Magica é melhor, mas conta com todo um elenco estelar aonde Gen Urobuchi e Yuki Kajiura tem papel fundamental].

Claro que o texto de nisiOisin é muito acima da média, mas tivemos aqui uma obra que valeu por toda uma trucagem de direção que merece absoluto respeito e certa admiração por intensificar as personas bem-armadas que ultrapassam o clichês que representam principalmente por conta dos diálogos alucinantes e cheio de referências e jogos de palavras propostos pelo autor – claro que aqui temos um imenso e viciante recheio feito sobre uma base que “não importa”. Assim, Nisemonogatari, aonde tanto a animação quanto o fanservice sofreram um salto de quantidade e qualidade excepcional, é absolutamente ame-ou-odeie. E obrigatório.

Senki Zesshou Symphogear
Episódios Assistidos: 4 | Nota: 60/100

Um emaranhado de conceitos visando obter o maior lucro possível que simplesmente não funciona é um belo resumo para o que acontece nestes primeiros quatro episódios deste mahou shoujo que procura dar a seu espectador uma mistura de ação, drama e romance [lésbico, no fetiche feito na medida para uim público-alvo masculino – ou yuri] recheado por muitas músicas cantadas principalmente pelas dubladoras principais Aoi Yuuki e Nana Mizuki.

Pena que a ambição do projeto [que começa inclusive matando a melhor personagem da série, que claramente serve de projeção para as demais] é inversamente proporcional a qualidade final do produto – carregado de clichês expostos em uma direção abaixo da média que transporta de forma irregular o fraco roteiro disponível. Os valores da produção até são acima da média – o que permitiram até aqui dois episódios [o primeiro e o quarto] sem abertura nem encerramento – mas nada que mereça destaque. Não chega a ser ruim, mas é genérico e fraco.

16 Comentários

Arquivado em Primeiro Episódio, Reviews

16 Respostas para “Janeiro/12: Review de Meio de Temporada

  1. Moretsu logo vai acabar com esse prólogo e vai ser 85/100 em Qwerty.

  2. Pss

    Natsume com a maior nota = ok, vou levar isso aqui a sério.

    É uma pena que Danshi Koukousei no Nichijou esteja perdendo o ritmo tão rápido, pensei que seria um bom investimento, apesar de absolutamente raso.

    Another, como não poderia deixar de ser, não parece estar satisfazendo o Hype.

    Enfim…

    • E eu querendo responder os comentários a altura.

      Acho que Danshi Koukousei serviu para tomar vergonha na cara e aumentar ainda mais a vontade de ver Gintama. Pena que 250+ episódios.

  3. Desses, só me falta conferir, Natsume Yuujinchou. Já já começo minha maratona. No mais, Moretsu Pirates, Are no Kishi e Danshi Koukousei no Nichijou, seguem devidamente dropados.

    Aquarion EVOL eu nem cheguei a conferir, lol.

    Another e Amagami SS Plus, ficam na média. Não me empolgam tanto, mas me oferecem algumas coisas bacanas.

    Ano Natsu de Matteru e Nisemonogatari, sem dúvidas, os melhores até aqui. Fiquei feliz de ver que Ano Natsu se propôs a ser muito mais que um remake e fugiu daquela excessiva exposição que foi o primeiro episódio.

  4. Também ainda não assisti Natsume Yuujinchou, seria bom começar e terminar antes das férias acabarem!
    Eu ainda espero uma melhora em Mouretsu Pirates.
    Ano Natsu de Matteru é super agradável e o Symphogear tem uma super produção e ótimas seiyuus, mas ainda é meio ruinzinho.
    Nisemonogatari tá muito bom, mesmo com todo fanservice e tal.. Continua com o mesmo ritmo e a direção está mais ousada, com todo esse ecchi meio que inesperado por alguns.

  5. Seya

    vc acha q evale a pena começar ver a serie Natsume Yuujinchou querty?E o Danshi Koukousei no Nichijou pensei q ia ser uma comedia mt engraçada mas pelo oq vc falou,nada de mais.E outra pergunta me diz 3 animes que deve se assitir das temporadas do ano passado( sem ser o do penguindrum ,madoka e tyger bunny)vlw!

  6. NotoN

    Symphogear é um daqueles animes que que eu assisto, acho bizarro, mal executado, forçado… mas mesmo assim me segura de alguma forma. Another por outro lado, vejo como “um lixo completo”. Nada nele consegue me divertir, prender a minha atenção. Amagami SS+ é o bom “passatempo” da temporada, realmente não vai muito longe, mas chega a ser divertido.
    Quantos aos meus favoritos dessa temporada, atualmente são Aquarion EVOL e Nisemonogatari.
    Sou um grande fã de animes de mecha e o primeiro Aquarion está longe da minha lista de favoritos, mas EVOL com toda certeza está indo melhor que seu predecessor. Estou gostando bastante, o lado “slice” consegue divertir e o anime conta com personagens carismásticos – ninguém merece o mala do Apollo e a tsun recalcada da Silvia.
    Nisemonogatari foi uma surpresa, apesar de ter gostado bastante de Bakemonogatari, sempre tiveram alguns pontos no anime que me incomodavam. Os diálogos inutilmente extensos e o exagero visual me impediam de aproveitar totalmente o anime e fico muito feliz que Nise tenha evoluído e reparado esses “problemas”.

  7. Vou quebrar a cara se High School Boys for chato assim, gostei bastante do primeiro episódio (até agora o único que vi).
    Mas sei lá, não sinto a mínima vontade de ver nenhum desses animes. Ano Natsu pode ser bom aos que gostam desse tipo de drama, mas acho isso bem barato, e não suporto triângulos amorosos (ou qualquer outra forma geométrica). Another… prefiro terror oldschool ou de quem REALMENTE sabe fazer, pra ser honesta. Também tava curiosa quanto a Aquarion EVOL, mas a primeira temporada é ridícula.
    Só tô acompanhando Brave 10 por acompanhar, porque é totalmente dispensável (talvez eu devesse tomar vergonha e procurar um battle shounen que preste, lol).

  8. Jader

    O nome da Light Novel de Mouretsu Pirates é Piratas de mini-saia do espaço (ミニスカ宇宙海賊 . E o povo na expectativa de ser uma série profunda, tendento ao sci-fi e tals. Ah, tala sério.
    No primeiro episódio já deu pra perceber que seria mais moe do que qualquer outra coisa.
    Eu até gostei do primeiros dois episódios, mas essa guerra cibernética que durou três episódios, foi extremamente massante. Não intendia bulhufas do que as personagens falavam, quase dormi.
    Espero que melhore, mas acredito que vou dropar antes do episódio 10..

    • O diretor Tatsuo Sato fez questão de mudar o título da obra – e eliminar alguns aspectos do original, como o romance – justamente pensando em ser mais sério. Como está sendo; esperava algo mais exagerado no feeling, sendo que somente alguns elementos de verniz fazem jus a falar que a série é moe ou algo parecido.

  9. Pingback: Abril/2012: Chart | Nahel Argama

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